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Espaços de coworking crescem 52% em 2016 se consolidando como ótima alternativa

Publicado em 03 de fevereiro de 2017

Cresce no Brasil as alternativas de espaços de coworking, mostrando que o empresariado já adotou esse modelo como uma ótima forma de reduzir os custos operacionais das empresas. Prova disso são os resultados do Censo Coworking Brasil, realizado pelo Movebla e Ekonomio em parceria com Coworking Brasil , que demostra um crescimento de 52% de espaços ativos em 2016 em relação à 2015.

Hoje já são mais de 378 espaços de escritórios compartilhados em todo o país, sendo que 148 desses se encontram no estado de São Paulo. No total, isso significa dizer que já são mais de 10 mil estações de trabalhos disponibilizadas nesses espaços.

E o crescimento também vem sendo grande para quem investiu nessa área como é o caso da Gowork, uma das pioneiras e líder no setor no país, que apenas no ano passado teve aumento de 20%, atingindo a marca de 1.300 estações de trabalhos. Para esse ano o objetivo é ainda mais arrojado, tendo a expectativa de crescer 30%, já tendo aberto um novo espaço na Cidade de São Paulo.

“É a velha história, aonde alguns observam crise, nós vemos oportunidades, pois oferecemos para empresas que precisam adequar seus gastos uma expressiva redução de custos com aluguel e outros valores relacionados a manutenção de escritórios”, explica Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork (www.gowork.com.br).

Em relação à redução de custos, esses impressionam, pois quando se pensa em locação geralmente se coloca no papel apenas o aluguel e o condomínio, deixando de lado gastos como IPTU, seguro fiança, seguro obrigatório do escritório, materiais de consumo (material limpeza, café), luz, manutenção, telefonia, internet e pessoal de suporte (TI, limpeza e atendimento).

“Colocando esses valores em uma planilha e comparando com o custo de um espaço de coworking (na Gowork cada estação é locada por R$900,00), possivelmente terá uma grande surpresa, sendo que os gastos serão muito menores nesse último caso”, explica Bottura, que calcula que os gastos podem ficar até 40% menores.

Mas existem outros benefícios do coworking, tais como:
• Não precisa se preocupar com locação de imóvel e todas dificuldades relacionadas;
• Moveis e outros utensílios de escritórios já fazer parte do pacote dos principais coworkings;
• Se estabelece como uma alternativa ao isolamento do modelo home office, que se mostra por vezes improdutivo;
• Opções de encontrar localizações privilegiadas que proporcionam potencialização de novos negócios.

“Com o conhecimento dessa opção, é natural que haja o crescimento dos espaços e da procura, contudo, a escolha de um espaço deve ser muito bem planejada, para que não se descubra depois que ocorreram falhas de planejamento. É fundamental visitar esses espaços com antecedência, avaliando detalhadamente tudo o que é oferecido”, alerta Bottura.

Outro ponto que a pesquisa destaca é a predileção desses espaços por profissionais liberais, sendo que a grande maioria são da área de consultoria, publicidade, marketing, advocacia e outras profissões correlatas. Mostrando que o mercado para esses espaços ainda é muito amplo, o que praticamente garante a continuidade de um expressivo crescimento para 2017.

Fonte: www.segs.com.br
Escrito por: DSOP Educação Financeira

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