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Fisioterapia na preparação para o parto

Publicado em 04 de julho de 2016

A fisioterapia aplicada a fase gestacional pode atuar tanto no pré-parto quanto no puerpério.

A fisioterapia aplicada a fase gestacional pode atuar tanto no pré-parto quanto no puerpério.

Um dos momentos mais esperados quando se pensa em ser mãe é a hora do parto. Já está mais do que comprovado que mulheres que optam pelo parto normal tem uma recuperação mais rápida e saudável sem muitos riscos de complicações.

As mulheres que por algum motivo tem que optar pela cesariana tem uma recuperação mais demorada, e deve ter mais cuidados com a saúde. Várias são as terapias indicadas para o período da gestação, todas a fim de melhorar a hora do parto e também ajudar a futura mamãe deixando-a mais saudável, confiante e tranquila.

A fisioterapia aplicada a fase gestacional pode atuar tanto no pré-parto quanto no puerpério (período após o parto). Os exercícios gestacionais podem começar a partir do terceiro trimestre, após a liberação do obstetra, com exercícios respiratórios, relaxamentos e orientações posturais. Em seguida é iniciado os exercícios de alongamento, fortalecimento do assoalho pélvico e abdominal e drenagem linfática.

A fisioterapeuta, mestre em políticas públicas e doula, Juliana Baptista, tem trabalhado com as gestantes e afirma o quanto os exercícios e a preparação para parto pode ajudar as gestantes, tornando esse momento mais tranquilo.

Esses exercícios visam melhorar a flexibilidade, força e condicionamento físico para a progressão da gestação, por isso é indicado que os exercícios sejam realizados através de exercícios no solo, na bola, alongamentos, massagem perineal e a utilização do e-pino (aparelho para treino expulsivo).

“Os principais efeitos da prática de atividades físicas no corpo das gestantes são: Alivio nos sintomas de dor na coluna lombar (lombalgias); Melhora da circulação reduzindo assim os edemas na gravidez (inchaços); Promove reeducação postural; Melhora o condicionamento cardiorrespiratório; Melhora a força dos músculos do assoalho pélvico; Melhora a autoestima e confiança na hora do parto; facilita o trabalho do parto tornando-o mais afetivo; Auxilia na recuperação mais rápida do parto para a realização de atividades do cotidiano”, enfatiza a fisioterapeuta.

Vale destacar que existem alguns casos de gestação que impedem que esses tipos de exercícios sejam realizados, como as gestantes que apresentem doenças pulmonares, cardiorrespiratórias, cardiovasculares, sangramento vaginal e histórico de abortos espontâneos.

Via: folhavitoria.com.br

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